Correm encolhidos, tolhidos de ideias
Frescos trémulos correm
Não disfrutam o frio
Não sentem no rosto
Não se despem à dor
Não deixam o corpo chorar
Desfrutar
Da dor que sente ao ser beijado
Abraçado
Amado
Por uma tormenta
Não tremem
Não sentem
O prazer de ser enlaçado
Num vento
Louco
Que sopra sem regra
Não sentem a loucura
Da natureza
Não disfrutam a solidão
De um dia de inverno
(Não sabem o que perdem)
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