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terça-feira, 14 de novembro de 2017

Hoje venho até aqui, já tenho saudades de passear por estas páginas em branco, sinto uma vontade de as manchar com os meus pensamentos
Durante este tempo ardeu o mundo, parecia que o inferno se tinha instalado nos nossos amados países, Portugal, Espanha, América e mais uns tantos por onde o diabo andou solto.
Não sou a favor de algumas crueldades mas, um incendiário não queima nem destrói um pouco ou um pedaço de terra de uma ou outra pessoa, destrói a nossa terra, destrói o nosso ar, destrói a nossa água, destrói o futuro de cada um de nós, isto é o que eu penso.
Heróis combatem até á exaustão, tombam por terra para terem uns segundos de descanso, como eu respeito os bombeiros! Voluntários de corpo e alma!
E as notícias entristecem qualquer um, o respeito pelo próximo, tomba em ataques descabidos de vida, transportar a morte nas mãos e morrer por ela não é uma virtude, é simplesmente perder a vida, perder o sorriso de um familiar, de um amigo, de um filho, de um amante de um ser extraordinário que pode dizer, olá, obrigada, abraça-me, abraço-te …
Mas a vida deixou de ter valor, corremos em tremor e seguimos com horror tudo o que se passa por esse mundo fora, é o nosso mundo, meu, teu , dele, dela e de todos os seres vivos, racionais ou não, não desprezem o próximo, estão somente a desprezar o vosso ser, a vossa alma e a vossa vida, dependemos de cada um e do todos
Acabo o meu desabafo com esta frase
“A beleza agrada aos olhos, mas é a doçura das acções que encanta a alma.”
Voltaire 
E agora vamos ouvir musica e deliciarmo-nos com este ballet


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