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| Lisboa descansa nas margens do Tejo |
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| somos peças de um xadrez que passa como um fim de dia |
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| por vezes a cidade também sente a solidão |
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| e os seus visitantes deixam-se ficar |
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| por vezes o rio tem aquela atracção e beleza que ninguém resiste |
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| e alguns são residentes |
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| uma curva que aparece numa maré vazia |
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| e a ver tudo do alto |
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| lavou o pé? |
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| a luz e a beleza são amantes nesta nossa Lisboa |
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| e por aqui se fizeram grandes negócios, cargas e descargas, viveu este chão o frenesim dos descobrimentos, da passagem de belas naus e caravelas, negócios passaram de mão em mão, choros de mães e de crianças foram o alento, prostitutas fizeram a alegria de marinheiros sedentos de amor, fomes foram movimentos de uma terra que cresceu e sobreviveu |
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| hoje, esta paisagem tem mais cor, movimento |
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| passam por aqui os que caminham para a outra margem, os que vão ver e admirar o Tejo e passam por aqui aqueles que vão pernoitar num hotel magnifico e exclusivo, que vão deliciar o palato no petisco de um mestre |
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| a caminho da outra margem |
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e Lisboa é a minha cidade, hoje vista do alto do arco da rua Augusta mais logo talvez nutro lugar
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e vou acompanhar com algumas imagens de Lisboa tiradas do cimo do Arco da Rua Augusta
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