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quinta-feira, 25 de março de 2021

 





O mercado de Benfica é daqueles lugares onde existe magia, começa pelo próprio edificio com a forma circular, quem se perder “ gira” rsrrsrs

È um mercado novo, foi construido nos anos 70 do Séc XX mas no seu dia a dia corre o sangue dos melhores.

O peixe parece que está vivinho e pronto a saltar mas vamos devagar que ainda só estamos no centro

Feito o anel central vamos aos congelados e aos legumes frescos, cores vivas  e alegres a taparem o frio da pedra , a alegria sente-se, os cheiros embriagam de tanto odor!

A fruta,  de cores vibrantes e cheiros divinais!

O mercado fervilha , fala-se baixo , ri-se alto , ouvem-se as rodinhas dos carrinhos dos velhotes, sábios, ali perdemos sempre a cabeça e depois na saída é que sentimos o peso.

Passamos para o último anel, as montras dos talhos são um fascinio, confesso que para mim muitas coisas só as conheço nas embalagens de supermercado, no outro lado o cheiro a azeitonas, tremoços, queijos, pão, enchidos e aqueles doces que dizemos sempre que engordam mas são tão saborosos que o pecado adoça o dia.

Agora para sair, uma porta é calma, dá para a rua e tem o quiosque, a outra tem as flores mas a que dá para a rua que eu quero, tem a feira, é sapatos, casacos, fatos de treino, bijutaria, carteiras, roupa de homem, criança e mulher, rezam o pregão, é a ver, é a ver, tudo a cinco euros, veja , veja isto é que é uma categioria!

Olhe esta mala, ficava-lhe bem

Ó senhora dê uma vista de olhos deste lado, tem aqui mais        

E ali atentos, estão os pplicias, tudo tranquilo, todos se conhecem e sabem as regras mas por vezes lá aparece um espigadote ou um espertinho e a autoridade impõe a ordem.

Esta foi uma visita pelas 9 da manhã

as fotos estão misturadas mas vale a pena ver

o texto é meu e as fotos são minhas 
































 

Escasso é o tempo quando o vivemos  e sentimos

Escasso foram os momentos em que o tempo parou

Dois anos quase sem vindas

Dois anos com escasses de tempo para o blogue mas voçês estão cá!

Obrigada de coração

Fazem-me companhia

Bem haja pela vossa atenção

quarta-feira, 24 de março de 2021

 jardim da Gulbenkian

Um oásis na cidade que nos transporta para um passeio relaxante e cheio de cores.

Sorte a nossa o sr Calouste Gulbenkian ter ficado encantado com Portugal.

Homem do pretóleo de lutas e conquistas do ouro negro, conhecia o mundo e o mundo conhecia-o .

A sua paixão por arte, cultura, musíca e tudo o que é belo sente-se na fundação e espelha-se nos seus jardins extraordinários

O jardim foi desenhado desde o princípio pelos grandse arquitectos paisagista Ribeiro Telles e António Vieira Barreto.

Para os anos 60 do Séc XX o projecto foi um dosa mais emblemáticos de sempre e uma referência para a arquitectura paisagista .

Ao percorrer os seus caminhos, vemos espaços abertos, sentimos os ramos, tocamos a folhagem, desfrutamos das sombras, do silêncio, sentimos!

A última modificação feita pelo Arquitecto Ribeiro Telles veio trazer mais beleza ao espaço, os reflexos nos espelhos de água, nunca são iguais!

alguns dados foram retirados do site da Fundação, que por si só merece uma visita, edificio sempre actual.















 Alcochete nome que deriva por certo do Árabe al caxete 

terra ribeirinha tranquila e bela que já foi berço de reis! 

pelos males que assombravam a capital, os reis e fidalgos atravessaram o rio e reconheram-se em Alcochete fazendo dela um porto seguro, nela nasceu o infante D. Manuel que depois foi rei!

Em 1515 recebe o foral de Vila de Alcochete, por esta época reconstroi-se a igreja matriz

nos finais do Séc XV desenvolve-se como terra de agricultura e criação de gado bravo, ao mesmo tempo que o transporte de sal e os transportes marinhos pelo rio ganham importancia vital para o seu desenvolvimento.

Hoje, terra de lutadores, opositores ao regime do estado novo mas tudo isso é para outra altura

agora vamos deixar passar o tempo nestas iamgens

o sossego e a simplicidade fazem com que o rio ganhe mais charme

informação retirada da Wikipédia